Resolvi que vou escrever acerca dos pensamentos que estão diariamente na minha agenda. Nem muito, nem pouco. Apenas para não perder o hábito da escrita em mais esse ano que chegou trazendo bons ventos de mudança! Bem-vindo 2011!!!
O amor é uma escada... No sentido de subir a escada, claro... (vendo pelo lado otimista!)
O amor de nossos pais, da minha mãe no meu caso, dos parentes, do bom amigo/a, do amor de nossa vida - aquele amor que te aceita do jeito que você é, que fica feliz pelo simples fato de você existir, que não cobra mudanças - pelo menos não mudanças extremas: esse amor nos leva para cima!
Agora, eu conheço um bocado de pessoas que não sabem reconhecer o grande amor de suas vidas e o confundem com alguém que os leva para baixo... Na verdade os vejo caindo e caindo na auto-estima, na dependência excessiva, na falta de liberdade para ser quem se é. Bom, esse amor ai não é amor, mas doença. Não ter amor próprio é sinal de doença psicológica. Ninguém que te ama de verdade, por exemplo, se você é gordinha, vai ficar exigindo regimes constantes para você ficar magra como a Giselle Buchen. Ninguém que te ama de verdade, se você gosta de viajar e sair, vai exigir que você fique em casa e cozinhe todos os dias. Ninguém que te ama de verdade, se você é diferente dele em algum aspecto, ficará exigindo que você enxergue, pense e aja como ele... Não é lógico?!? Mas as pessoas quando amam, ou acham que amam, não vêm isso e começam a cair numa profunda depressão, porque, "por amor", são obrigadas a deixarem de viver para simplesmente existir.
O grande amor que nos leva para as alturas das escadas é o amor de Deus. Perfeito, misericordioso e poderoso para operar as mudanças necessárias em nossas vidas. As mudanças que Deus exige de nós são frutos da obediência a sua palavra, que em si é o fruto do aceitar a Cristo em nossas vidas. Se amamos, obedecemos. Amar a Deus sobre todas as coisas faz com que estejamos sempre em contato com o Todo Poderoso, visando o alto, sendo positivos e humildes. Amar ao próximo como a si mesmo não nos deixa amar mais ao outro do que a nós mesmos. Também não é amar mais a nós mesmos, porque estaríamos sendo egoístas e muitas vezes cruéis se assim agíssemos. O que é bom para os seu próximo, isso fazei. Sejamos generosos, ajudadores, companheiros e atenciosos, especialmente com os nossos companheiros de jornada, amigos, parentes e colegas. Sem se anular, sem guardar a opinião, sem deixar de contribuir com o que temos de melhor para oferecer.
O amor realmente faz uma grande diferença em nossas vidas... senão toda.
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